20240802

Convair B-58 Hustler


Convair B-58 Hustler foi o primeiro bombardeiro pesado supersônico da história. Em 1956 bateu vários recordes de velocidade e distância. Esteve em serviço na USAF cerca de dez anos, entre 1960 e 1970. Visava substituir o Boeing B-52 Stratofortress (que tinha uma tripulação de seis a oito homens) mas seu alto consumo de combustível e sua capacidade menor em armamento tornaram-no operacionalmente inviável para os objetivos da Força Aérea dos Estados Unidos.

Como se mostrou durante a década de 1950, a missão de bombardeio só seria efetiva com aeronaves capazes de voar a grandes velocidades e altitudes. Os primeiros caças com motores a jato estavam surgindo, assim como os mísseis orientados por calor e radar, exigindo uma série de novas estratégias e meios de ataque.

A grande velocidade do Hustler era possível graças à sua fina asa em formato delta, seu desenho avançado e aos potentes motores J79, os mais potentes desse tempo, com as armas escondidas na fuselagem.

O B-58 era uma maravilha tecnológica mesmo do ponto de vista dos homens que o pilotavam. Os três tripulantes acomodavam-se em tandem (um atrás do outro), como nos aviões de caça, mas ocupavam cápsulas de escape em vez de simples assentos ejetáveis, uma das muitas inovações deste bombardeiro.
foi o primeiro bombardeiro pesado supersônico da história. Em 1956 bateu vários recordes de velocidade e distância. Esteve em serviço na USAF cerca de dez anos, entre 1960 e 1970. Visava substituir o Boeing B-52 Stratofortress (que tinha uma tripulação de seis a oito homens) mas seu alto consumo de combustível e sua capacidade menor em armamento tornaram-no operacionalmente inviável para os objetivos da Força Aérea dos Estados Unidos.

Impulsionado pelos turborreatores mais potentes de sua época, o Hustler foi o bombardeiro mais rápido da Guerra Fria.

A carreira do Convair B-58 Hustler foi magnífica, mas curta. Numa época em que a maior parte dos bombardeiros atingiam somente velocidades subsônicas, o B-58 possuía a capacidade de voar duas vezes mais rápido que o som, a 2.230 km/h, a grande altitude.

Nenhum outro avião de combate no mundo reunia um número tão grande de características avançadas e nenhum caça tinha possibilidades reais de impedir o Hustler. Se a Guerra Fria tivesse de fato eclodido, a União Soviética dificilmente conseguiria abater o B-58 na missão para a qual havia sido concebido: lançar
armas nucleares.

A grande velocidade do Hustler era possível graças à sua fina asa em formato delta, seu desenho avançado e aos potentes motores J79, os mais potentes desse tempo, com as armas escondidas na fuselagem.

Veja mais em na Popular Mechanics, neste link:
 Convair B-58 Hustle

Post (477) Agosto de 2024

20240801

Célula de escape

CÉLULAS DE ESCAPE PODEM EVITAR MORTES DESNECESSÁRIAS EM ACIDENTES AÉREOS, REDUZINDO O NÚMERO DE MORTES EM VOOS AÉREOS!

22 DE DEZEMBRO DE 1959: Vinte e cinco passageiros e seis tripulantes de um avião brasileiro morrem depois que seu avião é atingido por um de instrução da Força Aérea sobre o Rio de Janeiro. Há apenas um sobrevivente o piloto militar, este possuía paraquedas.

A história da tragédia é redundante, quatro vezes nos últimos anos, aviões comerciais levaram todos a bordo para a morte após colisões no ar. Em cada caso, uma pessoa sobreviveu, o piloto militar que saltou de paraquedas para a segurança de seu avião após o acidente. Um placar para os quatro acidentes mostra: Aviões de passageiros 77 mortos. Aviões militares 4 salvos.

Em 1959, registramos o pior recorde de segurança de linhas aéreas da história, com mais acidentes e mais fatalidades do que nunca. Hoje, o horror especial da colisão no ar, não mais uma aberração, é um grande perigo para todo viajante aéreo.

Acidentes no ar são um dos poucos tipos que não devem oferecer alguma chance de fuga. Mas as probabilidades após uma colisão com um avião militar favorecem o piloto militar. Ele tem um paraquedas. Passageiros de companhias aéreas e tripulantes não têm.
-Por que os passageiros de companhias aéreas também não podem ter uma segunda chance?

-Veja bem: A bordo de transatlânticos encontramos botes salva-vidas. Em aviões militares, o uso de paraquedas é quase universal. No entanto, a bordo de aviões comerciais nada deste tipo existe.

Um dos maiores medos da humanidade é sofrer um acidente de avião. Como se sabe, eles são fatais: A probabilidade de sobrevivência é praticamente zero.

Por conta disso, o engenheiro ucraniano Vladimir Tatarenko propôs uma nova tecnologia que permitiria que parte da fuselagem do avião, onde ficam localizado os passageiros e comissários de bordo, fosse totalmente destacável da aeronave.

Com isso, a maior parte do avião poderia ser salva diante de algum acidente com a aeronave.
Depois de se destacar a partir de um mecanismo de emergência, é acionado uma espécie de super paraquedas resistente que seguraria o ‘capsule container’ (ou container em formato de cápsula). Desta forma, todos os passageiros aterrissariam com segurança em terra ou na superfície do oceano, devido às bóias ultra resistentes que serviriam como base...

Leia mais em:

https://archive.org/details/mechanix-illustrated-196003/mode/1up?view=theater


Post (476) Julho de 2024