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20210507

O Disco voador aparece fora da prancheta de desenho

 Imagem e texto de uma reportagem publicada na Revista LIFE de 31 maio de 1954.

O desenho mostra um disco voador de 12 metros com todos os seus jatos operando em decolagem vertical de um aeroporto. O ar para os jatos entra no motor através de entradas com grelhas em torno do cockpit. Outros discos em voo horizontal têm somente jatos traseiros funcionando.

Os EUA estão considerando seriamente a construção de um disco voador. Teria as seguintes caracteristicas, se as expectativas de seus projetistas forem cumpridas, decolariam verticalmente, atigindo uma velocidade de 2.800 km/h e um raio de combate de 2.400 km.

Poderia pairar no ar e ir para o lado ou para trás. Teria um piloto. Provavelmente seria muito parecido com o mostrado no desenho acima. Ainda está, no entanto, em um estágio altamente experimental e agora nas pranchas de desenho. Especialistas duvidam fortemente que seja possível hoje construir qualquer disco e que terá grandes vantagens sobre os aviões mais convencionais. O disco voador no qual a Força Aérea deverá em breve afundar um maço de dinheiro foi projetado por um tímido engenheiro inglês de 35 anos chamado John C. M. Frost, cujo o seu passatempo preferido é cultivar flores.

A conseqüência de seu projeto é de uma nave em forma de disco chamada "Projeto YTM que Frost projetou para seus empregadores, A. V. Roe Canada Led.

O princípio do disco voador de Frost é baseado nos experimentos de saída de jato de 1930 de um Romeno chamado Henri Coanda (1) e é esperado que funcione assim: Os jatos de gás são propelidos para baixo e para fora pelas aberturas na borda do disco, puxando da parte superior do disco e expelindo para baixo, diminuindo a pressão do ar na superfície superior. Quando esta pressão for suficientemente menor do que a na superfície inferior o disco sobe. Essa diferença de pressão é o que dá sustentação a qualquer asa de avião. Segundo esta a teoria, o piloto sentado no centro do disco em cima do motor comandará todos os 180 jatos e lentamente isto fará a nave subir. Para nivelar, ele ajusta os jatos. Ajustando os da retaguarda horizontalmente em vez de para baixo, em seguida, fechando todas as portas, exceto as traseiras, ele faz o disco avançar para a frente, fazendo os jatos impulsionar a aeronave como em um avião convencional.

O piloto muda de direção, fechando as portas à esquerda para ir para a esquerda, ou as da  parte traseira para reverter, sua cabine girará automaticamente para que ele esteja sempre voltado para a frente. Ele pode, se quiser, quase parar no ar e inclinar para dar uma olhada para baixo.

Mesmo enquanto os EUA se preparavam para a era dos discos voadores, a Força Aérea observou fotos de discos voadores, presumivelmente soviéticos, voando sobre a Escandinávia.

"PROJETO Y." O semi-disco de Frost, era um disco em forma de embarcações que produz impulso apenas na parte traseira.

SEÇÃO EM CORTE.  Mostra como o ar entra no compressor e mistura-se com o combustível na câmara de combustão. Saindo dela, os gases quentes fazem funcionar a turbina, que gira o compressor,  por meio de jatos de propulsão.

Leia mais sobre Henri Coanda no link:

https://stirileprotv.ro/stiri/stiinta/henri-coanda-romanul-vizionar-care-a-inventat-farfuria-zuratoare-si-trenul-de-mare-viteza.html

Post (447)Maio de 2021

20210310

Veículo voador SkyRider

Desde os primeiros anos da aviação, os projetistas de aeronaves sonham em construir máquinas voadoras que sejam tão convenientes quanto os automóveis e tão fáceis de voar quanto.

Duas realidades práticas mantiveram esses sonhos no chão: peso e potência. A Macro Industries, uma pequena empresa de engenharia de Huntsville, Alabama, acredita que seu SkyRider VTOL finalmente tornará os carros voadores uma realidade.

O SkyRider incorpora compostos leves e resistentes que reduzem o seu peso estrutural, utiliza quatro ventiladores em dutos com asas para gerar sustentação e para manter o vôo usa um sistema de controle computadorizado de bordo, que também auxilia no caminho da viagem de destino por comandos de voz.
Para a propulsão, o SkyRider usará quatro ventiladores alimentados por motores de passo de 30.000 RPM. A corrente vem de um gerador de alta freqüência, acionado por um motor a gasolina de seis cilindros rotativos que a Macro reconstruiu com exclusivo para esta finalidade, que permitem que o motor funcione com segurança a 14.000 RPM.

Aderir à eletricidade oferece duas vantagens, diz o presidente da Macro, Norris Luce. Ele produz as altas velocidades do ventilador necessárias para a decolagem e a aterrissagem. E, à medida que a tecnologia de célula de combustível amadurece, ela pode substituir o motor e o gerador.
Recentemente os desenvolvedores apresentaram um modelo de prova do conceito em escala de um décimo pesando 950 kg, o modelo será usado para calibrar o sistema de vôo do Sky Rider está sendo construído agora.

Enquanto ainda está em fase de protótipo, o custo do SkyRider está estimado em aproximadamente 2,8 milhões de Reais, embora o preço deva cair para R$ 250.000,00 se atingir a produção em massa.

Em 2000, no início dos ano, a Macro Industries planejou, mas falhou em ter um protótipo operacional em 2005.

Em 2010, a Macro Industries projetou e propôs uma versão militarizada de seu SkyRider para o programa DARPA Transformer, do qual não se tem noticias.

Características gerais do SkyRider X2R
:
Largura: 3,7 m;
Motores: 1 520 kW;
Comprimento: 4,3 m;
Ventiladores conduzidos: 4 Acionamentos elétricos;
Capacidade de combustível: 380 litros;
Capacidade de carga: 140 kg;
Rolagem de decolagem VTOL: 0 m;
Nível de ruído: 30 m;
Capacidade da pessoa: 2 90 kg;
Rolagem de decolagem convencional: 150 m;
Alcance: 1.500 km;
Taxa de subida: 1.200 m/min;
Teto de serviço: 7.600 m;
Velocidade máxima: 604 km / h;
Velocidade de cruzeiro: 463 km / h.

Fontes: Jim Wilson/Stefano Coledan Mike Fillon, Andy Turnbull, Magazine Mechanics Popular de fevereiro de 2001 e Wikipédia.

Leia mais em:
http://www.motorsportnationals.com/flying-cars-part-ii/
https://electricalsolution.wordpress.com/2011/07/29/demo-of-flying-cars/

 Post (420) - Março de 2021

 

20201021

Aeronave submersível em forma de disco

Sempre haverão aqueles projetistas, inventores e visionários que estão pensando além do seu tempo, e desta ideias é que surge a realidade. Este é o relato de um pedido de patente no “Unites States Patent Offiece dos USA sob o número US5653404A  datado de 17/04/1995.

Trata-se de uma aeronave de configuração em forma de disco com a capacidade de decolar e aterrissar verticalmente, vôo horizontal reto, e manobrabilidade tridimensional no ar por meio de uma pluralidade de rotores de elevação contra-rotativos ou de elementos com lâminas de aerofólio de passo ajustável.

 A submersibilidade da aeronave na água é alcançada por meio de um módulo de propulsão marítima usando dois rotores contra-rotativos para impulso para cima ou para baixo e uma hélice marinha convencional em túnel para deslocamento horizontal.

Veja mais imagens no link do processo de patente no final desta postagem

 O módulo de propulsão marítima é destacável em caso de emergência e para uso com a estrutura principal de uma variedade de outros módulos destacáveis ​​para diferentes tarefas e missões. Excepcionalmente adaptável para qualquer usina motora existente, incluindo nuclear, é mais adequado para os tipos que não agridem o meio ambiente, como motor a vapor integrado na queima de hidrogênio e oxigênio.

A simplicidade do projeto e sua eficiência mecânica são combinadas com vários recursos de segurança inovadores, enquanto exibem uma continuidade tecnológica atraente para qualquer fabricante de aeronaves convencionais. O ar proveniente dos rotores de levantamento é utilizados para manobra direcionado por um sistema de palhetas posicionadas abaixo dos rotores.

 Em suma é uma aeronave capaz de se mover em três direções no ar, em termos de coordenadas cartesianas nas direções x-y-z. O movimento pode ser uma combinação de vertical e horizontal.

 A aeronave é composta por uma estrutura, um motor ou usina provido de dois rotores contra-rotativos, que giram simultaneamente por meio de engrenagens.

 Uma de suas característica notáveis é que esta aeronave é submersível na água, podendo se mover tanto na água como abaixo da superfície da água.

 Leia mais em: https://patents.google.com/patent/US5653404A/en

Post (400) – Outubro de 2020

 

20161031

O carro voador da Airbus

A ideia de um veículo que pudesse combinar as características de um automóvel com as de um avião não é nova, isto advêm desde a época em que as primeiras aeronaves começaram a cruzar os céus.

Nos dias de hoje esta ideia começar a criar corpo, por exemplo, a  Airbus, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo,  apresentou o seu projeto de  um carro voador, denominado Vahana, para uma única pessoa, que consegue decolar e pousar verticalmente. Este veículo se propõe a ser o táxi do futuro, assim como já pensavam algumas pessoas em 1920

Enquanto muitas empresas tentam criar veículos autônomos, a Airbus tem uma ideia um pouco mais avançada quer um carro que também seja capaz de  ser voador e prestador de  serviços de maneira praticamente automática.


O projeto é recente  e o seu  desenvolvimento iniciou no começo de 2016 pela A³, subsidiária da  Airbus no Vale do Silício. A empresa tem planos de construir um protótipo em tamanho real até o final  de 2017, e um modelo de demonstração que está previsto para 2020.


A ideia é que o Vahana sirva para transportar uma pessoa para onde ela quiser ir, e tudo isso feito autonomamente. Seria como pedir um Uber sem motorista.
Como sistema de segurança, o veículo seria equipado com um paraquedas balístico que funciona até mesmo em baixas atitudes. Ele ainda seria projetado para detectar automaticamente obstáculos e outras aeronaves com o uso de uma série de sensores que já estão disponíveis hoje em dia.
Ainda há um caminho bem longo para o Vahana percorrer antes de se tornar realidade, e é preciso que ele seja muito seguro antes de poder ser comercializado. Ninguém vai querer se arriscar com uma nave sem saber se vai chegar ao destino final, por mais legal e futurista que ela possa parecer.

Veja no vídeo algumas das idéias provenientes da imaginação dos projetistas nesta área.


Leia mais em:http://www.theverge.com/2016/10/21/13357690/airbus-flying-car-vahana-a-cubed-autonomous-taxi

"Se ainda quiseres ler mais sobre o assunto - pesquise por "Carro voador" nos marcadores deste mesmo blog."

Post (252) - Outubro de 2016

20160505

Garrett's flying jeep - STAMP

O Garrett STAMP (Small Tactical Aerial Mobility Platform) foi um protótipo de uma aeronave sem asas e sem rotores para duas pessoas  construído por uma divisão da AiResearch Manufacturing Co. de Phoenix, no Arizona para a Marinha dos Estados Unidos em 1970.

No artigo da revista Flight International de 7 de Março 1974, sobre o então denominado “Jipe voador Garrett STAMP”, temos noticias da aparição de um pequeno veículo pessoal voador e de seu primeiro voo realizado em 21 de dezembro de1973.  Seria esta a última de uma longa série de tentativas americanas para desenvolver este tipo de veículo voador.

Construído sob um contrato de US $ 500.000 com a United States Marine Corps, o STAMP é um protótipo demonstrador da viabilidade de um pequeno veículo pessoal.  Projetado a partir da fuselagem dianteira de um helicóptero Hughes OH-6A sem o sistema de motor e rotor, que foram substituídos por uma turbina 474 Garrett TSE231, constituída de um motor que aciona um ventilador a 6000 RPM e de dutos especialmente construídos para esta aplicação, que geram o impulso necessário para elevar e movimentar no plano horizontal o veículo.


O projeto começou em dezembro de 1972, quando o USMC negociou o contrato e o fornecimento da aeronave, sendo que a Garrett logo se identificou com este empreendimento de alto risco. O projeto foi realizado por uma equipe de até uma dúzia de engenheiros, sob a direção técnica da Naval Weapons Centre at China Lake, na Califórnia.

O projeto básico constituía de um sistema composto por uma ventoinha localizada na parte traseira do veículo que sugava o ar a partir de uma entrada na popa. O fluxo de ar misturado com os gases de escape da turbina a quente, o que aumentava a pressão e reduzia a emissão de infravermelho (um importante consideração militar, diz Garrett), é dividido em duas correntes que passavam em ambos os lados da fuselagem através de condutos individuais.


Quatro conjuntos de aletas fixas, duas em cada duto, dirigem o fluxo verticalmente para baixo para dar sustentação ao veículo em voo. O empuxo à frente e o reverso seria obtido pela rotação de mais dois conjuntos de aletas, um em cada duto, para desviar o fluxo na direção desejada. Mudanças de direção são realizadas movendo placas de desvio, alterando a direção do fluxo de ar controlado, tudo isto controlado pelo piloto.

Garrett disse que o vôo de testes recentemente realizado, apesar do tempo limitado até agora de meros 3 minutos, que o veículo tem potencial.

O orçamento muito apertado provocou um forte corte no que se refere ao design e componentes eletrônicos. Apesar desta limitação, o veículo é descrito como "admirável"; controle de guinada é dito ser bom, embora o controle de passo seja apenas marginal.  Não está claro se a empresa vá avançar para a próxima fase, que seria a construção de um protótipo mais realista com base em investigações teóricas em túnel de vento.

Este veículo teria uma velocidade máxima de 120 km/h podendo atingir uma altitude de 1.500 m, um alcance de 50 km com uma autonomia de 30 minutos. O protótipo STAMP pesa 300 kg e mede 2,45 m de comprimento por 1,80 m de largura e 1,80 m de altura e não possui assentos ejetáveis.

Veja neste link a reportagem original:

https://books.google.co.uk/books?id=1T4ORu6EICkC&pg=PA88&dq=garrett+stamp&ei=Gb1uSvWvOJDWygTo3PzqDg&hl=pt-BR#v=onepage&q=garrett%20stamp&f=false

Aproveitando a oportunidade, veja também na página 124 desta mesma revista um artigo sobre as calculadoras Hewlett Packard ( Só para constar: eu tenho uma calculadora HP-27S Scientific desde 1976 e ainda a uso no meu dia dia.)

Post (212) - Maio de 2016

20150706

Autoplano Glenn Curtis

Esses homens maravilhosos e suas máquinas voadoras!

Feiticeiros e inventores tentam fazer os carros voarem desde o início do século 20, com resultados variados. Alguns projetos tinham asas e caudas removíveis para transitar nas estradas; outros usavam mecanismos para dobrar as asas e circular nas ruas. Eis aqui uma amostra de uma destas criações notáveis:
O Autoplano criado em 1917 pelo pioneiro da aviação e das motocicletas, engenheiro norte-americano Glenn Curtiss, foi provavelmente, a primeira tentativa séria de combinar os atributos de um carro com um avião, estava ele, na época, preocupado com o tráfego e quantidade de carros que lotavam cada vez mais as ruas dos Estados Unidos.

O autoplano, híbrido literal de avião e de carro, tinha cauda e três asas de mais de 12 metros de envergadura em alumínio, removíveis, para poder rodar nas estradas. Possuía uma hélice empurradora de quatro lâminas com quase 3 metros de diâmetro, que era acionada por correias, ligadas a um motor de 100 cavalos que ele mesmo projetou e construiu. O conjunto da hélice estava localizado atrás de um habitáculo, que se parecia com um carro, possuindo inclusive aquecimento.


A invenção teve sérios problemas, precisava de um apoio de solo e para decolar necessitava de uma longa pista. Não foi possível encontrar investidores que se interessem pelo projeto, e o único protótipo foi apenas capaz de executar breves saltos, sem jamais alçar voo de verdade.

Fonte principal: es.wikipedia.org

Post (100) – Julho de 2015

20150402

Terrafugia lança o TF-X, um conceito de carro voador!

Fugir do congestionamento terrestre, literalmente voando, será possível e sem precisar de licença de piloto. Essa é a proposta da Terrafugia.
A Terrafugia apresenta uma animação do seu conceito TF-X para um carro voador de quatro lugares, híbrido-elétrico de decolagem e aterrissagem vertical (VTOL), o estudo encontra-se agora no estágio de viabilidade.

https://youtu.be/gIEgejkGZ_c

"Os procedimentos para iniciar o voocomeção com o carro parado e em posição: A asa se desdobram para cima e os dois motores elétricos de 600 HP, instalados em nacelas nas pontas das asas, giram a noventa graus para cima, proporcionando a decolagem vertical. Após a decolagem, as naceles, giram com as hélices voltadas para a frente, proporcionando o empuxo necessário para o início do voo. Então um motor de 300 HP de combustão interna, montado em um fan na traseira  assume a propulsão e ainda recarrega as baterias. Os motores elétricos das asas param de girar e as lâminas de suas hélices dobram para trás, junto as naceles, proporcionando uma melhor aerodinâmica fazendo com que o veículo atinja 322 km/h e uma autonomia de 805 km, valores aproximados. Lemes no fan traseiro proporcionam o controle do voo. Para a descida os motores elétricos das pontas das asas, voltam a funcionar, com os naceles inclinados para cima. (Conforme pode-se ver no vídeo acima)"

Para aprender a conduzir o TF-X, bastam apenas cinco horas de aprendizado. Só é preciso inserir as coordenadas do destino para começar a voar é tudo automático. 

Quanto a segurança, o protótipo será equipado com um GPS e um sistema de sensores, capaz de calcular se o combustível será suficiente para chegar ao destino. Esse mecanismo também é usado para prever as condições meteorológicas, o melhor lugar para desembarque e o espaço aéreo restrito. Terá um sistema de pára-quedas que pode será se altivado pelo condutor ou automaticamente, em caso de emergência, tornando  a operação do veículo estatisticamente mais segura do que dirigir um automóvel moderno.

A fim de facilitar a realização desta "nova dimensão da liberdade pessoal", ele terá um preço tão baixo quanto possível. O preço final não será definido até muito mais perto do final do projeto. O maior componente do preço é o custo de produção. Provável que vai ser mais caro do que um "carro normal", devido aos custos mais elevados de materiais nobres que são empregados na sua fabricação, mas com o investimento em produção em escala automotiva, os primeiros estudos indicam que é possível que o preço final poderá ser aproximado ao dos "carros de luxo" de hoje. Com o aumento da demanda, novos materiais e processos de fabricação certamente irão ser desenvolvidos e o preço pode descer no futuro.

Desenvolvimento do TF-X  está prevista para durar 8-12 anos.

Veja também o texto fonte em: http://www.terrafugia.com/tf-x


Post (040) - Abril de 2015

20150327

Carro voador - 1957

Os carros voadores nunca chegarão até nós ?

Acho que se os futuristas dos anos 50 vissem até onde chegamos em 2012 – em se tratando apenas de inovação – eles não ficariam decepcionados. Mas tem uma área na qual realmente fracassamos: carros voadores.


A revista Mechanix Illustrated prometia em 1957 que, em dez anos, usaríamos este “disco voador de plástico” (plástico era a grande mania da época), que se elevaria verticalmente para então decolar.

" -À medida que o indutor semelhante a uma ventoinha começa a girar com um ruído agudo, os flaps automáticos com servomecanismo se abrem e uma torrente de ar é puxada para dentro das asas circulares. Ele flui cada vez mais rápido, formando o padrão de ascensão de uma decolagem com asas fixas, pronto para acelerar. Por um momento, o disco voador trêmulo fica parado. Então, devagar e fluidamente, ele sobe verticalmente como um elevador… 
O indutor em forma de ventoinha gradualmente desacelera até parar e os flaps se fecham. Funcionando agora como um avião com asas fixas, nosso disco voador se move para o lado e vai para o sul, a uma velocidade de 265km / h."

São poucas as imagens tão retro-futuristas quanto as de um carro voador. 
Décadas e décadas depois, ainda estamos aqui, presos em engarrafamentos todo dia só para chegar ao trabalho, enquanto olhamos para cima e vemos um espaço ainda inutilizado, onde poderíamos estar voando entre os prédios, ou acima de rodovias.

Sim, nós merecemos  carros voadores. E sim, a humanidade já criou o carro voador, mas há tantas limitações para levá-lo às massas que, quando ele chegar, já estaremos indo de um lugar a outro via teletransporte.

Por Felipe Ventura - Fonte Modern Mechanix via Retornaut. 

Texto da imagem:

"É uma manhã brilhante em 1965. Precisamente às oito da manhã, Joe Lees surge da porta de sua  casa de campo a beira do lago, a apenas 75 quilômetros de seu trabalho na cidade.
No centro de cascalho de seu quintal,  seu garboso e novo disco plástico repousa levemente em três minúsculos pneus balão.
Cumprimenta seu vizinho que iria com ele, Joe levanta um tinco no nariz arredondado do pires, ele vira uma alça de bloqueio e abre para trás o pára-brisa em forma de bolha.
Provido de molas, como os capôs dos  carros de hoje, o gabinete levanta facilmente.
Quando isso acontece, o nariz , acessos interligados oscilam para baixo para facilitas a entrada.
O  vizinho de  Joe sobe no pedestal e depois, através do acento dobrado do piloto, senta-se no seu acento na parte traseira..."

Post (036) - Março de 2015