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20241008

Aeronave autônoma da Embraer



Esse novo projeto de aeronave autônoma, sem a necessidade de um piloto humano, é visto como um passo arrojado em direção ao futuro da aviação.

A Embraer, reconhecida mundialmente por suas inovações no setor aeroespacial, surpreendeu ao apresentar o conceito do que pode ser o primeiro avião de passageiros operado por inteligência artificial. O design inovador foi revelado durante um evento da Associação Nacional de Aviação Executiva, realizado em Orlando, nos Estados Unidos.

Esse novo projeto de aeronave autônoma, sem a necessidade de um piloto humano, é visto como um passo arrojado em direção ao futuro da aviação. O avião conta com uma cabine moderna, dividida em três áreas distintas,

proporcionando uma experiência diferenciada aos passageiros. Entre as inovações, está a possibilidade de os viajantes se acomodarem na área do cockpit, tornando o voo ainda mais interativo.

A sustentabilidade também é um ponto-chave no desenvolvimento do conceito. A Embraer explora diferentes opções de propulsão, como o uso de combustível sustentável de aviação (SAF), sistemas elétricos e até hidrogênio, visando reduzir o impacto ambiental da indústria. Outro destaque é a inclusão de janelas interativas, equipadas com telas sensíveis ao toque, que oferecem uma interface futurista aos passageiros.

Apesar de ainda não haver planos concretos para a produção do avião com IA, a Embraer ressalta que o objetivo é impulsionar a inovação dentro da aviação. “O jato não está em desenvolvimento ativo no momento”, informou a empresa, deixando claro que a proposta busca ampliar os horizontes da tecnologia aérea.

Embora os desafios para a criação de aeronaves completamente autônomas sejam grandes, especialistas do setor acreditam que essa tecnologia pode revolucionar o futuro da aviação, trazendo novas oportunidades para o transporte aéreo sustentável e inovador.

Post(0504) NG - Outubro de 2024

20190401

O Programa E-Jets E2 recebe o Grand Laureate da Aviação Comercial


São José dos Campos, SP, 15 de março de 2019 – A família de jatos E-Jets E2, da Embraer, foi o grande vencedor entre os premiados da Aviação Comercial ao receber o Grand Laureate, da revista Aviation Week, anunciado durante cerimônia que ocorreu em Washington D.C., nos Estados Unidos, na noite de 14 de março. O programa E2 também venceu o Laureates Awards na categoria plataforma de aeronaves comerciais.

“A família de aviões E2 possui design inovador, além de apresentar grandes avanços em aerodinâmica, propulsão, aviônica, controles de voo e na cabine, estabelecendo-se como uma nova referência para jatos crossover”. Justificou a publicação que premiou o Programa E2.

“Este prêmio pertence a todos os 18 mil funcionários da Embraer. Precisamos reconhecer a grandeza de nossas equipes, que trabalharam arduamente para superar todos os desafios durante o desenvolvimento do programa E2. É uma honra receber a premiação no mesmo ano em que a Embraer comemora seu 50º aniversário”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Diretor-Presidente da Embraer.

“Para a Embraer, receber este prêmio é a coroação de um programa incrível, é preciso reconhecer que em uma indústria em que não é fácil manter programas complexos no caminho certo, a Embraer trouxe o E2 para o mercado dentro do cronograma e do orçamento. Excedeu, inclusive, várias metas de desempenho. Compartilho esse prêmio também com nossos parceiros comerciais – sem eles, isso não seria possível.” disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial.

Desde a criação, o Laureate Awards da Aviation Week honrou conquistas extraordinárias do setor aeroespacial, e inovadores que representam os valores e a visão da comunidade aeroespacial global que mudaram a forma como as pessoas trabalham e se movem pelo mundo.


A Embraer lançou o programa E-Jets E2 em 2013. A nova geração de aeronaves comerciais é composta por três aviões – E175-E2, E190-E2 e E195-E2, com capacidade de 70 a 146 passageiros. Os E-Jets E2 representam o melhor da nova tecnologia em uma plataforma comprovada. A aplicação de tecnologias avançadas para motores, asas e aviônica diferencia os E-Jets E2 no mercado por fornecer às companhias aéreas o máximo em ganhos de eficiência.

Os aprimoramentos em relação à primeira geração incluem novas asas aerodinamicamente avançadas, com maior alongamento, sistemas e aviônica aprimorados, controles de voo fly-by-wire completos de 4ª geração e os motores de alto desempenho GTFTM da Pratt & Whitney.

Os E-Jets E2 alcançam custos por assento semelhantes aos de aeronaves narrow-body maiores remotorizadas com custos por viagem significativamente menores.

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.


Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil.


Post (383) – Abril de 2019

20190318

Primeiro avião da EMBRAER que voou nos anos 60



Dos mais de cem aviões expostos no Museu Aeroespacial, no Rio de Janeiro (RJ), o YC-95 Bandeirante é um dos mais marcantes para a história da aeronáutica brasileira.

 O primeiro voo aconteceu no dia 28 de outubro de 1968 após 110 mil horas de trabalho que contou com cerca de 300 pessoas ao longo de três anos e quatro meses. No ano seguinte, a Embraer seria criada para fabricar a aeronave em série.


O Bandeirante encontraria seu espaço em um nicho de mercado bem definido. Estava ali a oportunidade que faltava.

“Não podíamos fazer aviões como os americanos ou os franceses. Tínhamos que produzir algo que não fosse competir com algum produto já dominado pelo mercado. Tínhamos de inovar. Abrir horizontes”. “Aviões grandes estavam ocupando todos os espaços e as pequenas cidades passaram a ficar sem transporte aéreo.” afirmou o oficial da Força Aérea Brasileira Eng. Ozíres Silva, que liderou a equipe do projeto.

O primeiro cliente seria a Força Aérea Brasileira: 80 unidades. Nos anos seguintes, a Força Aérea do Uruguai tornou-se o primeiro cliente no exterior. A Embraer produziria um total de 498 unidades, em 16 versões diferentes. Foi o começo do sucesso da indústria aeroespacial brasileira.

O ambiente de excelência profissional, brotado inicialmente a partir de organizações militares como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o antigo Centro Técnico Aeroespacial (CTA), atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), transformou a cidade de São José dos Campos (SP) e a região do Vale do Paraíba em pólo privilegiado para o florescimento de empresas de tecnologia.

O protótipo de n.° 1 está em exposição no Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos (MUSAL), na base aérea que tem o mesmo nome, no bairro do Campos dos Afonsos, na cidade do Rio de Janeiro. O protótipo de n.º 3 está exposto no Parque Santos Dumont, na cidade de São José dos Campos.

Vale lembrar que atualmente a EMBRAER é a terceira maior empresa de aviação executiva do mundo e o Bandeirante foi o início de tudo isto ...(veja mais no link)

exame.abril.com.br/negocios/embraer-e-a-terceira-maior-do-mundo-em-aviacao-executiva

 ...  e mais é Líder mundial em jatos de médio porte ...(veja mais)

Características técnicas do EMBRAER EMB-110 P1K Bandeirante C-95B:
Motor:
2 turboélices Pratt&Whitney PT6A-34 de 750shp
Envergadura:
15,32 m
Comprimento:
15,08 m
Altura:
4,73 m
Superfície alar:
29,00 m2
Peso:
3.394 kg (vazio)
5.670 kg (máximo)
Velocidade:
426 km/h (máxima)
Razão de ascensão:
540 m/min
Teto de serviço:
8.260 m

Veja no link um emprego recente do Bandeirante:

Fonte: Agência Força Aérea

Post (377) – Março de 2019


20170601

Embraer E195-E2 - Cara de águia

Avião deve cruzar o Atlântico daqui duas semanas para ser apresentado no Air Show.

O jato comercial E195-E2 da Embraer, customizado, com a cabeça de uma águia pintada na parte frontal da fuselagem deve cruzar o Oceano Atlântico daqui duas semanas para ser exposto no salão aeronáutico Air Show em Paris.

A E195-E2 é a maior aeronave comercial já projetada e construída no Brasil. (Foto: Divulgação/Embraer)

Por enquanto, o recém apresentado E195-E2 pode ser visto em testes sobrevoando a região de São José dos Campos.
Estas informações foram obtidas da assessoria de imprensa da Embraer, mas quando foi procurada, não comentou sobre o assunto, segundo a nossa fonte.
O jato E195-E2 é uma aposta da Embraer no salão da Air Show em Paris
A fabricante de aviões projeta negócios na França com o avião que tem capacidade para até 146 passageiros e promete economia de até 24% no consumo e de 20% nos custos com manutenção, em relação ao seu modelo anterior.
O modelo tem a primeira entrega prevista para 2019. No primeiro trimestre deste ano, a companhia já tinha 90 encomendas do E195-E2.
A Pintura customização foi feita pelos funcionários da Embraer na sede da empresa, em São José dos Campos.
A águia é uma grande ave, reconhecida pelo seu potencial de caça e foi escolhida para simbolizar a expectativa da empresa em buscar novos contratos com companhias aéreas comerciais.



Post (305) - Junho de 2017 (93.425)

20160530

Embraer E 190-E2

São José dos Campos /SP, 23 de maio de 2016 – O programa do E-Jets E2 alcançou hoje outro importante marco, com a realização do primeiro voo do E190-E2. O voo estava originalmente programado para ocorrer durante o segundo semestre deste ano.

A aeronave decolou às 13:06, hora local, das instalações da Embraer em São José dos Campos e voou durante três horas e 20 minutos. O voo ocorre apenas três meses após a cerimônia de apresentação (rollout) do E190-E2, no final de fevereiro. O voo inaugural marca o início da campanha de certificação do E190-E2, primeiro de três novos jatos da segunda geração de E-Jets. O E190-E2 está programado para entrar em serviço comercial em 2018.


Veja o vídeo em tela cheia - HD

“Um primeiro voo é sempre uma ocasião emocionante, não importa quantos você testemunhe ao longo dos anos. Neste caso em particular, não estamos apenas mantendo as nossas promessas ao mercado, mas indo além, estando adiantados alguns meses em relação ao programado. Quero agradecer a todos os funcionários da Embraer que estão participando neste projeto”, disse Frederico Fleury Curado, Presidente & CEO da Embraer...

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Post (217) - Maio de 2016

20160420

Esquadrilha da Fumaça

Esquadrilha da Fumaça é o nome popular do "Esquadrão de Demonstração Aérea" (EDA), um grupo de pilotos e mecânicos da Força Aérea Brasileira  que fazem demonstrações de acrobacias aéreas  pelo  Brasil e pelo mundo.

A Esquadrilha originou-se pela iniciativa de instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução. Em 14 de maio de 1952, uma comitiva estrangeira em visita à Escola pôde apreciar a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar também ao público uma melhor visualização das manobras executadas.
  
Com isso, em 1953, acrescentou-se na aeronave North American Aviation T-6 Texan (NA T-6), utilizada à época, um tanque de óleo exclusivo para a produção de fumaça.

 NAT-6 – Museu Aero Espacial da FAB

Com o tempo, as aeronaves e as acrobacias mudaram, mas a essência da Esquadrilha se mantém preservada no espírito de arrojo e determinação do grupo.
  
No início de 2013, as demonstrações da Esquadrilha da Fumaça foram suspensas em eventos aéreos, o motivo foi à substituição dos Tucanos T-27 pelo Super Tucano A-29. As novas aeronaves produzidas pela EMBRAER foram então adequadas às especificações técnicas necessárias para participar de acrobacias aéreas. 


Em julho de 2015, a Esquadrilha da Fumaça retomou sua agenda de demonstrações aéreas. Sendo o Super Tucano a quinta aeronave adotada na história da instituição. O avião de fabricação nacional já era empregado pela Força Aérea Brasileira em missões de defesa aérea, treinamento avançado, ataque leve, escolta, patrulha aérea de combate e formação de líderes da aviação de caça.

Super Tucano A-29
Ao serem adotadas pelo EDA, as aeronaves ganharam pintura com as cores vibrantes da Bandeira do Brasil, visando acrescentar aos espectadores um novo visual desta que é considerada uma das melhores equipes no que se refere a esta especialidade, no mundo.



Nesses 63 anos de história, a Esquadrilha da Fumaça se concretizou como um instrumento de comunicação social da FAB, com manobras arrojadas e algumas exclusivas que a fazem diferenciar das demais esquadrilhas do mundo, como o voo invertido em formação, sua especialidade. Executando plenamente a sua missão de realizar demonstrações aéreas, em âmbito nacional e internacional, a fim de difundir a imagem institucional da Força Aérea Brasileira.


Post (205) - Abril de 2016

20160415

Caça AMX A-1M

O AMX A-1 é um avião  de ataque ar-superfície usado para missões de interceptação, apoio e reconhecimento aéreo.   Foi desenvolvido pelo consórcio internacional AMX Internacional.  Na  Força Aérea Brasileira, ele é designado A-1 para a versão mono lugar e A-1B para a versão de dois lugares.
Com a modernização o A-1 na FAB passa a incorporar o M em sua designação, tornando-se então A-1M.


O AMX é capaz de operar em altas velocidades subsônicas a baixa altitude,  tanto de dia quanto de noite, e se necessário, a partir de bases pouco equipadas ou com pistas danificadas. O caça conta com relativamente baixa assinatura em infravermelho  e reduzida seção frontal ao radar, o que melhora o seu percentual de sucesso nas missões.

A autodefesa é proporcionada por mísseis ar-ar, canhões interligados  integrados e sistemas de contramedidas eletrônicas. 
Recentemente esta aeronave passou por um processo de modernização, sendo que a primeira aeronave modernizada foi entregue à FAB em cerimônia realizada em 3 de setembro de 2013 na cidade de Gavião Peixoto no interior de São Paulo.

O projeto de modernização do AMX visou principalmente o aumento da segurança do piloto, incorporando a suíte de guerra eletrônica, com o sistema de autodefesa integrado, o que permite detectar ameaças e disparar automaticamente os seus "flares”.

A aeronave A-1M teve a sua estrutura revitalizada e recebeu novos equipamentos, entre eles o radar SCP-01, desenvolvido especificamente para ela, este radar possibilita ao piloto encontrar alvos no solo em distâncias maiores e aumentar a precisão para os armamentos. O novo radar também amplia a capacidade de combate para o modo ar-mar, o que dá a possibilidade de voar em missões contra alvos navais, sendo mais um recurso para aumentar a precisão e a defesa da aeronave.


Bombardeiro A-1B AMX da Força Aérea Brasileira

O caça agora adequado para o século XXI prova que ainda é um vetor de importância estratégica para seus parceiros, Brasil e Itália, e certamente ainda estará voando alem de 2020.

Fonte: Revista AERO VISÃO #232

https://issuu.com/portalfab/docs/aerovisao232

Post (203) – Abril de 2015

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20160304

Embraer lança nova família de jatos comerciais

A Embraer acaba de apresentar a sua nova família de jatos comerciais, a série E190-E2. São três diferentes modelos, com capacidade variando entre 86 e 134 passageiros.
Apresentados em forma de protótipos, os novos aviões representam um investimento da ordem de R$ 6,8 bilhões e, são a sua nova aposta para manter a liderança mundial no mercado da aviação regional.


O modelo mais caro desta nova família de jatos custará 260 milhões de reais, e o primeiro deles chegará ao mercado em 2018. No catálogo de vendas da empresa, há 267 aeronaves encomendadas e já vendidas.
Ao apresentar os novos modelos, o presidente da Embraer declarou que a empresa está investindo em tecnologia avançada. “O que nos fortalece é esse relacionamento de entender o que o mercado precisa. Investimos em uma família mais econômica, com motor mais eficiente e com custo de reparo menor.”
  

A Embraer também informou que entre as principais mudanças dos modelos E190-E2 em relação à primeira família de jatos comerciais estão nas asas e no motor. A empresa disse ainda que “as novas tecnologias e sistemas na cabine de comando tornaram o avião mais seguro” e que as aeronaves vão gastar 16% menos combustível do que as versões anteriores.

Embraer é a terceira indústria montadora de aeronaves no mundo.

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