20190319

AJet-100 uma aeronave conceito elétrica


O AJet-100 é uma visão do que podemos esperar de futuros e-jets inspirados em projetos de aviões clássicos e modernos. O AJet-100 é um conceito totalmente elétrico de avião comercial e privado que se propõe a tirar proveito das tecnologias emergentes.

O AJet-100 é um conceito de Lee Rosario para uma aeronave ecologicamente correta diferente dos projetos tradicionais da aviação é inovador, centrado em um reduzido consumo de combustível e otimização dos espaços da cabine que normalmente são apertadas. 

A escolha de uma plataforma totalmente elétrica e do uso de baterias de alta potência garante um impacto ambiental mínimo e um voo silencioso sem precedentes. A proposta inclui as seguintes características:
 - Motores elétricos híbridos de alta potência da Rolls Royce alimentados por uma variação de tecnologias avançadas de baterias solares e de lítio.
- Emprego de plásticos e metais compostos ultraleves e duráveis ​​para uma relação peso-potência superior.
- Emprego de tecnologias usadas para projetar vídeo externo em tempo real ou vídeo pré-carregado no assoalho da fuselagem.
- Design aerodinâmico avançado para maior eficiência da bateria.
- Tecnologia de voo com piloto automático AI com capacidades para voo guiado por GPS total desde a descolagem até a aterragem.
- Várias configurações de cabine dependendo das necessidades do cliente e do uso pretendido de serviço.
- Resumindo, uma maneira mais tranquila e mais verde de voar.

A energia solar armazenada em baterias de íon de lítio fornece a energia para um par de motores elétricos de alta potência com um backup híbrido de combustível. A forma do avião também é totalmente otimizada visando ser mais eficiente para voo com o emprego de uma aerodinâmica de precisão na fuselagem, nas asas e nos estabilizadores.

No entanto, talvez a característica mais memorável desta aeronave seja o piso proposto para o corredor
com o objetivo de criar a ilusão de espaço adicional, incluindo um piso de tela de vidro com imagens do exterior ou pré-gravadas.


Este é um projeto proposto para nos levar a pensar e acreditar em um futuro promissor da aviação diferente do que estamos acostumados a ver.


   Post (378) – Março de 2019

20190318

Primeiro avião da EMBRAER que voou nos anos 60



Dos mais de cem aviões expostos no Museu Aeroespacial, no Rio de Janeiro (RJ), o YC-95 Bandeirante é um dos mais marcantes para a história da aeronáutica brasileira.

 O primeiro voo aconteceu no dia 28 de outubro de 1968 após 110 mil horas de trabalho que contou com cerca de 300 pessoas ao longo de três anos e quatro meses. No ano seguinte, a Embraer seria criada para fabricar a aeronave em série.


O Bandeirante encontraria seu espaço em um nicho de mercado bem definido. Estava ali a oportunidade que faltava.

“Não podíamos fazer aviões como os americanos ou os franceses. Tínhamos que produzir algo que não fosse competir com algum produto já dominado pelo mercado. Tínhamos de inovar. Abrir horizontes”. “Aviões grandes estavam ocupando todos os espaços e as pequenas cidades passaram a ficar sem transporte aéreo.” afirmou o oficial da Força Aérea Brasileira Eng. Ozíres Silva, que liderou a equipe do projeto.

O primeiro cliente seria a Força Aérea Brasileira: 80 unidades. Nos anos seguintes, a Força Aérea do Uruguai tornou-se o primeiro cliente no exterior. A Embraer produziria um total de 498 unidades, em 16 versões diferentes. Foi o começo do sucesso da indústria aeroespacial brasileira.

O ambiente de excelência profissional, brotado inicialmente a partir de organizações militares como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o antigo Centro Técnico Aeroespacial (CTA), atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), transformou a cidade de São José dos Campos (SP) e a região do Vale do Paraíba em pólo privilegiado para o florescimento de empresas de tecnologia.

O protótipo de n.° 1 está em exposição no Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos (MUSAL), na base aérea que tem o mesmo nome, no bairro do Campos dos Afonsos, na cidade do Rio de Janeiro. O protótipo de n.º 3 está exposto no Parque Santos Dumont, na cidade de São José dos Campos.

Vale lembrar que atualmente a EMBRAER é a terceira maior empresa de aviação executiva do mundo e o Bandeirante foi o início de tudo isto ...(veja mais no link)

exame.abril.com.br/negocios/embraer-e-a-terceira-maior-do-mundo-em-aviacao-executiva

 ...  e mais é Líder mundial em jatos de médio porte ...(veja mais)

Características técnicas do EMBRAER EMB-110 P1K Bandeirante C-95B:
Motor:
2 turboélices Pratt&Whitney PT6A-34 de 750shp
Envergadura:
15,32 m
Comprimento:
15,08 m
Altura:
4,73 m
Superfície alar:
29,00 m2
Peso:
3.394 kg (vazio)
5.670 kg (máximo)
Velocidade:
426 km/h (máxima)
Razão de ascensão:
540 m/min
Teto de serviço:
8.260 m

Veja no link um emprego recente do Bandeirante:

Fonte: Agência Força Aérea

Post (377) – Março de 2019