As aeronaves de combate aéreo percorreram um longo caminho,
desde os tempos em que os pilotos se inclinavam para fora dos cockpits para
alvejar o inimigo com pistolas e espingardas.
A guerra pode ser um inferno, mas não há dúvidas de que foi
o terreno ideal para o crescimento da tecnologia da aviação. Pelo caminho
ficaram vários marcos que inspiraram a aviação militar como a conhecemos hoje:
Os trens de aterrissagem retráteis, os cockpits fechados, os sistemas internos
de armas, os motores a jato, os assentos ejetáveis, os dispositivos de alerta e
muitos mais.
Este é um exemplo de um avião marcante, revelando como
levaram as novas tecnologias para as batalhas entre as nuvens.
Como aumento da utilização de drones não tripulados para avistar
e nonitorar as posições do inimigo, já foi sugerido que os aviões a jato
tradicionais venham eventualmente perder o seu propósito em guerras futuras.
Em 2013, um protótipo do avião não tripulado Northrop
Grumman X-47B foi o primeiro do seu gênero a efetuar uma operação de lançamento
e recuperação, num porta-aviões, sinalizando um futuro possível para aeronaves bombardearas
de ataque não tripulado.
Os Boeing QF-16, oriundos de F-16, modificados para serem
controlados remotamente, agora são usados de forma regular para treinos como
alvos reais para testar sistemas de mísseis e demonstrar também como se esta
tornando precisa a aviação remota.
Governos e líderes da indústria admitem que a futura aviação
militar tenha de ser mais intimamente ligada à inteligência artificial, sendo
mesmo sugerido que jatos tripulados trabalhem em conjunto com aviões não
tripulados.
Estudos da Defense Advanced Researvh Projects Agency (DARPA)
revelaram que os drones funcionam de forma mais eficaz em grupos, dando origem
a investigações sobre como podem trabalhar uns com os outros em enxames.
Em vez de se limitarem a responder aos
controles de pessoas em cenários de guerra. Ainda antes de estar disponível a
quinta geração de caças, como o F-35 Lightning II e o Shenyang J-31, os
governos já olham para a relação custo-eficiência, assim como para soluções de
tecnologia de ponta para uma sexta geração de aeronáutica militar.
Fonte: https://www.sapo.pt/
Publicação: Quero saber especial incrível história.
Em 1951, logo após o final da Segunda Guerra Mundial, enfrentando as
ameaças da Guerra Fria, o governo
britânico sob a liderança de Winston Churchill (1) e a Royal Air Force (RAF) estavam empenhados em
preservar e fortalecer sua capacidade estratégica de defesa e ataque.Além disso, relatórios da
inteligência indicaram que a URSS estava planejando uma ação maciça de natureza
não especificada em 1953.
Em particular, o Comando de Bombardeiros da RAF estava empenhado em substituir
os seus bombardeiros por modelos mais capazes providos das mais recentes
tecnologias, entre elas: propulsão e armas nucleares.
Nesta época, final da década de 1940 e início dos anos 50, a RAF contava
com uma frota de bombardeiros a jato composta por três aeronaves, Vickers Valiant, Avro Vulcan e Handley Page Victor, conhecidos coletivamente como V-Bombers.Os bombardeiros em V foram construídos para
serem armados com a primeira geração de armas nucleares da Grã-Bretanha,
designada como Danúbio Azul.
Foi quando surgiu o projeto Avro 730, esta aeronave deveria ter um raio de ação que atingisse a
União Soviética evitando as suas defesas aéreas.
Em 1954, uma especificação foi emitida para uma aeronave capaz de uma
velocidade de cruzeiro Mach 2,5 a uma altitude de 20 km e um alcance de 9.260 km. Durante o verão de 1955, a Avro recebeu o
contrato para desenvolver o Type 730. O 730 era um avião canard para três
tripulantes, com um comprimento de asa de 49,8 m e uma área de asa de 185,8 m².
Foi planejado para
reconhecimento e bombardeiro estratégico pela Avro Aircraft para a RAF.Tinha sido originalmente concebido em conformidade com
especificações do Ministério da Aeronáutica OR.330.
O projeto evoluiu e foi
modificado para atender as novas especificações da RB.156T, uma aeronave de
bombardeio de reconhecimento de alta velocidade capaz de realizar a missão de
entrega de armas nucleares. O 730 revisado que originalmente possuía quatro
motores foi acrescido de mais quatro, perfazendo um total de oito motores alojados
em dois pods, e a área de asa aumentada, bem como o diâmetro de fuselagem para
pouco menos de 3m e o comprimento de fuselagem reduzido para 48 m.
No início de 1957, a primeira
fuselagem do 730 estava bem avançada na fábrica de Chadderton da Avro, quando
Duncan Sandys (2) anunciou sua
decisão de cancelar todo o trabalho na maioria das aeronaves tripuladas e o que
seria o primeiro bombardeiro Mach 2+ do mundo acabou na lixeira.
Se o Avro 730 tivesse entrado
em serviço, ele teria substituído os V-Bombardeiros como a principal plataforma
aerotransportada nuclear da Grã-Bretanha.
Parte da razão para o
cancelamento foi à percepção de que, no momento em que entrariam em serviço, as
capacidades antiaéreas soviéticas teriam melhorado a ponto de não conseguirem
ter sucesso em sua missão e outro fator foi uma preferência pelo
desenvolvimento de mísseis a aeronaves tripuladas.
(1)
Winston Leonard Spencer-Churchill
foi um político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por
sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra
Mundial.
(2)
Edwin Duncan Sandys, Barão
Duncan-Sandys, foi um político britânico e ministro em sucessivos governos
conservadores nos anos 1950 e 1960. Ele era o genro de Sir Winston Churchill.
✈O
North American XB-70 foi um dos mais espetaculares aviões já criados pelo homem,
com seu design futurista e tecnologia pioneira é até hoje a maior aeronave a
ter voado acima de Much 3, impulsionada pelos seus seis motores a turboreactores de pós-combustão.
Os
custos propostos da aeronave, juntamente com mudanças tecnológicas, levaram ao
cancelamento do programa. Embora a proposta de uma frota de bombardeiros nunca
fosse concluída, dois protótipos voaram na década de 1960, realizando pesquisas
para o projeto de outras aeronaves supersônicas de grande porte.
O
XB-70 Valkyrie começou a ser projetado pela Força Aérea Norte Americana no
final da década de 1950. Com nada menos do que seis motores, este enorme bombardeiro
foi projetado para ser o primeiro avião com propulsão nuclear do mundo.
Porém
as pesquisas iniciais acabaram revelando-se precipitadas e imprudentes. Em
parte, porque os custos das pesquisas do projeto eram enormes, e por outro
lado, porque não era difícil prever que instalar um reator
nuclear em um avião militar seria a receita perfeita para
um desastre sem precedentes.
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Depois
de descartar a solução que usava enormes tanques auxiliares repletos de
combustível enriquecido com boro (HEF – High Energy Fuel), os engenheiros
norte-americanos chegaram a uma idéia brilhante: usar o efeito aerodinâmico
da velocidade supersônica a seu favor.
A
idéia básica ficou conhecida como sustentação por compressão.
O
Valkyrie possuía imensas pontas de asa que dobravam para baixo e formavam
uma espécie de túnel sob a fuselagem, canalizando e direcionando as ondas de
choque.
As
ondas de choque que se formam nas bordas das asas dos aviões supersônicos podem
empurrar o avião para cima se as formas forem projetadas corretamente.
Particularmente em grandes altitudes, onde o ar é rarefeito, isso resultaria em
uma grande economia de combustível, o que foi confirmado por
experimentações, durante o desenvolvimento do projeto.
Os extremos da
ponta de cada uma das asas com 6,0 m poderiam ser movidos a um ângulo de 25 °
ou 65 ° para voos de alta velocidade. Embora não fornecesse estabilidade
direcional adicional, ele realmente ajudava a aumentar o coeficiente elevador
de compressão, que apoiava até 35% do peso total do avião em vôo.
O
resultado foi um avião capaz de voar três vezes a velocidade do som em direção
ao seu destino e ainda reservar combustível suficiente para voltar para casa.
Em
14 de outubro de 1965, o XB-70 o protótipo AV-1, alcançou sua velocidade de
projeto, os incríveis 3.219 km/h, a uma altitude de 21.300 m sobre a Base da
Força Aérea de Edwards, na Califórnia. Isto equivale a dizer que este “foguete”
não precisaria mais do que 13 h para dar uma volta completa ao redor do globo
terrestre.
Entre
1964 e 1969, dois protótipos do XB-70 foram construídos e usados em voos de ensaio
supersônicos. Voaram em dezenas de testes, que serviram de base dos sistemas de
alta velocidade e altitude desenvolvidos nos anos seguintes.
O SR-71
Blackbird e o Bombardeiro B-1B, para citar apenas dois, originaram-se
desta magnífica aeronave, cujo objetivo, único e exclusivo, era ser capaz de
realizar um ataque com bombas nucleares dentro do território soviético com
velocidade superior à qualquer interceptador ou míssil. O seu trem de pouso era um show a parte, não só pelo fato de pesar 2.000 kg, mas pelo seu mecanismo de acionamento hidráulico, veja o vídeo abaixo:
Em
1966 após uma colisão no ar, infelizmente, um dos protótipos, o AV-2 teve perda
total.
Em
17 de dezembro de 1968, ocorreu o último vôo supersônico do XB-70.
Em
4 de fevereiro de 1969, o AV-1, o sobrevivente, fez seu voo final para a Base
da Força Aérea de Wright-Patterson. Hoje é possível ver de perto em exibição ao
público no Museu Nacional da Força Aérea dos Estados Unidos, em Dayton.
Em
abril de 1972, a NASA completou e publicou um relatório de quatro volumes sobre
os dados de voo do B-70, coletados nesta viagem subsônica.
✈ EUA
se tocaram tarde demais que precisam de mais caças F-22.
Em
maio de 2013 um drone Predador americano estava voando em águas internacionais,
próximo ao Irã, quando um caça Phantom F-4 iraniano começou a se aproximar, com
intenções de abate. Os EUA já estavam cientes, e na região tinham um F-22 stealth.
Sem ser detectado o F-22 se aproximou pela traseira, voou para baixo do Phantom
para checar o armamento, então nivelou ao lado do inimigo.
Achmed
tomou o maior susto da sua vida quando ouviu no rádio o piloto americano, que
provavelmente acenava enquanto falava “-Acho que você realmente deveria
voltar para casa”.
Ninguém
foi abatido naquele dia, nenhum tiro disparado e com sorte o iraniano até
estava usando as calças marrons.
O
F-22 teve seus problemas, mas ele ainda é a aeronave mais avançada voando hoje
em dia. É uma maravilha tecnológica levando os dois mais avançados computadores
já instalados em um avião. Ele voa com impunidade em qualquer cenário, sua tecnologia stealth torna
qualquer combate covardia, mas por um tempo ele não foi desejado.
O
primeiro voou em 1997, mas as especificações foram colocadas no papel em 1981.
O objetivo era avançar os caças em uma geração, evitando a desvantagem
estratégica em relação aos russos, que estavam começando a construir aviões
realmente bons e em muito maior número.
O
protótipo voou em 1991 e foi aprovado.
A
Lockheed Martin espalhou os fornecedores de componentes entre 46 estados dos
EUA, a linha de produção envolvia 1.000 empresas e 95.000 trabalhadores. Um
pesadelo logístico, um custo altíssimo mas ao menos assim aceitável pelo
governo dos EUA.
A
proposta original era produzir 750 caças, a um custo total de US$ 26,2 bilhões;
mas como todo o bom projeto do governo, chegou a custar US$ 62 bilhões por 183
aviões.
Em
2012 o custo estimado por um F-22 era de US$ 412 milhões.
Já
em 2008 o F-22 estava sendo questionado. Ele foi projetado para uma guerra que
não mais aconteceria: Os russos agora eram amigos.
Não fazia sentido um avião
de US$ 400 milhões quando seu inimigo são duas criaturas montadas em um camelo.
No martelo final foram produzidos 195 aviões dos 750 pensados no início do
projeto.
Desses
195, 187 são operacionais, os 8 restantes são unidades de demonstração, teste,
etc.
Desses
187, somente 1/3 estão em condições de vôo, o resto está em upgrade ou
manutenção preventiva.
O
último F-22 saiu da linha de montagem em 2011: O ferramental foi aposentado, as
linhas reorganizadas para produzir outros aviões, como o F-35, muita gente foi
demitida, e a experiência se perdeu.
Aí
alguém se tocou que o mundo mudou, que a Rússia não é mais boazinha, que a
China está botando as manguinhas de fora e que todos esses têm excelentes
aviões. A Melhor Coréia não tem nada que voe e seja decente, mas tem muitos
mísseis, e isso também é ruim. E os F-35 tanto quanto se sabe estão
apresentando problemas operacionais.
Em
2016 o Congresso pediu discretamente que alguém fizesse um estudo formal para reinstalar
a linha de produção do F-22. O estudo saiu, mas foi tão desastroso que o
classificaram como secreto. O resultado confirmou o que todo mundo do meio já
sabia: A produção do F-22 não deveria ter sido encerrada com tão poucas
unidades produzidas, e agora vai sair caro, muito caro.
✈O
consenso é que produzir 194 novos F-22 custaria US$ 50 bilhões. Pior, levaria
cinco anos para a linha colocar o primeiro avião na rua.
Heather
Wilson, secretária da Força Aérea já avisou que não há qualquer interesse em
reativar a produção do F-22, isso significa que o foco está no novo caça de 6ª
geração, a ser lançado por volta de 2030. Esperemos que os caras maus tenham
paciência e não façam nada contra os EUA até lá.
✈O Lockheed
Martin F-22 "Raptor" é um caça fabricado nos Estados Unidos
pela Lockheed Martin e seus associados. Foi o primeiro caça de quinta geração a
entrar em serviço. Sua missão principal é manter a superioridade aérea no campo
de batalha, mas também possui capacidade secundária de ataque ao solo.
✈O
alto custo do programa de desenvolvimento da aeronave (US$ 66,7 bilhões de
dólares), atrasos no desenvolvimento do programa de caças de quinta geração russos
e chineses, a proibição de exportações e o desenvolvimento do mais econômico e
versátil F-35 acabou por encerrar o programa de produção do F-22. Hoje a
USAF possui 187 aeronaves destas no serviço ativo, sendo que o último F-22
foi entregue em 2012.
✈O
F-22 tem oito tanques de combustível internos que perfazem a capacidade de
8200 kg. Com esse volume de combustível, o F-22 tem uma autonomia de
3219 km. Essa capacidade é consideravelmente maior que a do seu antecessor
F-15 Eagle. O F-22 pode, ainda, ter ampliado esses números com a instalação de
até quatro tanques de combustível externos.
A
suíte eletrônica instalada no F-22 representa o estado da arte em sistemas e
sensores na indústria dos Estados Unidos.
Cronologia.
Proposta:
Outubro
de 1985 a Força Aérea dos EUA propõem o Advanced Tactical Fighter.
Decisão:
Em
23 de abril de 1991 a Força Aérea dos EUA escolhe o F-22 como o
próximo avião de superioridade aérea.
Início
Em
8 de dezembro de 1993 a Boeing fabrica a primeira parte do primeiro raptor.
Primeiro voo:
Em
7 de setembro de 1997 na Dobbins
Air Reserve Base o chefe dos pilotos de teste Paul Metz, inicia o voo
inaugural, atinge aproximados 4572 m de altitude em 3 minutos.
Cancelamento
do programa:
No
dia 6 de abril de 2009, o Ministério da Defesa dos EUA decidiu cancelar novos
contratos e projetos referentes ao F-22 por causa de seu alto custo de
produção. E também por atrasos no desenvolvimento do programa do caça de quinta
geração da Rússia e da China. Além disso, o caça F-35 se tornou mais
interessante, pois seu custo de fabricação era menor e ele seria mais versátil
porque pode decolar e pousar na vertical.
Desempenho:
Em
13 de janeiro de 2005, o F-22 Raptor atingiu pela primeira vez em sua
velocidade máxima, sem armas externas, Mach 1,82 em modo supercruise. Com
pós-combustão de acordo com a Lockheed Martin, ele pode ter velocidade superior
a Mach 2,0 (1.317 km / h, 2, 120 km/h) podendo ainda pode exceder este limite
de velocidade em baixas altitudes.
Partes
e componentes:
A
Lockheed
Martin Aeronautics
Company em Fort Worth, Texas desenvolve e constrói
a mid-fuselage e o armamento. Fornece o INEWS, CNI, o sistema de gestão de
providencias , o sistema de navegação inercial e o sistema de suporte.
A
Lockheed
Martin Aeronautics
Company em Marietta, Georgia supervisiona
o todo o sistema integrado de armas. Desenvolve e constrói a forward
fuselage, incluindo a cabine, os estabilizadores verticais, asas e borda
de ataque da cauda, flaps, ailerons e o trem de pouso . Desenvolve
a spearheading avionics architecture (arquitetura aviônica de
ponta, sistema de protocolos de navegação, por exemplo), assim como os
mostradores, controles e o sistema de dados.
A
Boeing em Seattle ,
Washington constrói as asas, a aft fusalage, as estruturas para
instalação do motor, bocais e unidade de força auxiliar. Realiza testes nos Avionics
System Integration Laboratory e o 757 Avionics Flying Laboratory
e desenvolve o sistema da treinamento;
A Pratt & Whitney, East Hartford, Connecticut constrói os motores.
A
Northrop grumman fornece o radar
o AN/APG-77 do tipo
AESA (Active Electronically Scanned Array), permitindo uma varredura de 120
º, assim a precisão da localização do alvo é muito maior, com uma maior
capacidade de rastrear alvos com pequena assinatura de radar.
Características
principais:
Comprimento:
18,9 m
Envergadura:
13,6 m
Altura:
5,1 m
Peso
vazio: 14.365 kg
Peso
carregado: 27.216 kg
Velocidade
máxima: 2.410 km/h
Velocidade
de cruzeiro: 1.960 km/h
Velocidade
máx. em Mach: 2,25[2] Ma
Autonomia: 3.220 km
Teto
máximo: 20.000 m
Propulsão: 2 x motores turbofans Pratt & Whitney F119-PW-100 de empuxo vetorado;
Quantidade
produzida: 195, sendo 8 para testes e 187 operacionais.
"✈- O
F-22 Raptor é um marco na capacidade de combate aéreo da Força Aérea dos
Estados Unidos revolucionando o combate aéreo do século XXI, e foi concebido
como um ícone do poderio aéreo dos Estados Unidos por muitos anos ainda."